
AINDA O CONSELHEIRO DO CNJ JORGE HÉLIO:
"Estamos em um momento de afirmação do CNJ, e não é uma visão panorâmica real do que esta acontecendo dizer que ele não poderia ter atuado como fez. Mas mesmo que houvesse o alegado erro, seria correto jogar a sujeita para debaixo do tapete?"
Em longa entrevista o conselheiro ponderou que foi a Corregedoria do TJMT que buscou socorro no CNJ, levando para ele os fatos a serem apurados. “Mato Grosso foi ao CNJ e não o contrário”.
É de conhecimento público e notório que os órgãos de controle dos tribunais não estavam funcionando a contento, razão pela qual o CNJ foi criado. Sua importância é imensurável, e o trabalho que tem desempenhado é digno de louvor.
"Estamos em um momento de afirmação do CNJ, e não é uma visão panorâmica real do que esta acontecendo dizer que ele não poderia ter atuado como fez. Mas mesmo que houvesse o alegado erro, seria correto jogar a sujeita para debaixo do tapete?"
Em longa entrevista o conselheiro ponderou que foi a Corregedoria do TJMT que buscou socorro no CNJ, levando para ele os fatos a serem apurados. “Mato Grosso foi ao CNJ e não o contrário”.
É de conhecimento público e notório que os órgãos de controle dos tribunais não estavam funcionando a contento, razão pela qual o CNJ foi criado. Sua importância é imensurável, e o trabalho que tem desempenhado é digno de louvor.
No Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por exemplo, “havia caso de desembargador que empregava o filho no tribunal, mas ele cursava medicina em período integral. O poder público estava pagando por isso – vínculo empregatício fantasma. Esse mesmo desembargador também empregava a filha que estudava em São Paulo". E a decisão por sua aposentadoria compulsória foi tomada por unanimidade pelo Pleno do CNJ, "composto por um grupo de pessoas isentas e que proferira votos fundamentados”.
É bom que se esclareça, contudo, que o STF ainda não absolveu ninguém, pois o mérito não foi julgado. A decisão que concedeu a liminar é precária, tendo o Conselheiro afirmado acreditar piamente que a decisão do Min. Celso Melo será revertida e que ele não autorizou um aborto.
É bom que se esclareça, contudo, que o STF ainda não absolveu ninguém, pois o mérito não foi julgado. A decisão que concedeu a liminar é precária, tendo o Conselheiro afirmado acreditar piamente que a decisão do Min. Celso Melo será revertida e que ele não autorizou um aborto.



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