MPE vai notificar candidatos apresentadores
Apesar da ausência dos pré-candidatos a prefeito, Walter Rabelo (PP), Sergio Ricardo (PR) e Maksuês Leite (PP), no debate Mídia e Política – Usos e Abusos, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, nesta quinta-feira (28.02), na Assembléia Legislativa, a promotoria eleitoral anunciou durante o evento, que vai expedir uma notificação recomendatória aos deputados estaduais acima citados, na tentativa de impor limites aos abusos e cometidos por eles em seus programas diários de televisão. Segundo o Ministério Público Estadual, caso eles não cumpram o que foi determinado na notificação, estarão sujeitos a representações judiciais e multas.
A ausência dos parlamentares no debate foi repudiada pela diretoria do Sindjor, tendo em vista, que os três assinaram um terno de compromisso se comprometendo a participar do debate. O termo foi assinado no dia 12 de fevereiro e somente no dia 27 eles comunicaram que não participariam devido a outros compromissos.
A mesa que foi composta pelos promotores de Justiça Marcos Henrique Machado e Lindinalva Correia, os professores universitários Roberto Boaventura da Silva Sá e Manoel Motta e a representante da OAB, Luciana Serafim, lamentaram a ausência dos deputados. “A ausência dos deputados Maksuês Leite, Sergio Ricardo e Walter Rabelo, demonstra que eles desconhecem o verdadeiro papel de parlamentar. Além disso, está claro que eles não fazem jornalismo em seus programas, eles atuam como animadores e aproveitadores da desgraça alheia”, frisou o professor e doutor em jornalismo, Roberto Boaventura.
A representante do OAB-MT , a advogada Luciana Serafim, disse que os pré-candidatos usam seus programas para se promover eleitoralmente e solicitou que poder Judiciário tome uma providencia imediata para impedir os abusos cometidos diariamente na mídia. “Eles não fazem jornalismo e sim assistencialismo para se promover. A justiça precisa dar um basta em tudo isso, pois é uma concorrência desleal com os demais candidatos”. Ela acrescentou ainda, que a ajudinha dada por esses apresentadores tem custado caro ao povo. “O povo não tem crítica, quer saber se a cesta básica vai chegar em casa. As formas de assistencialismo são uma clara compra de votos”, declarou Luciana Serafim.
A presidente da Sinjor/MT, Keka Werneck, disse que o sindicato vai continuar debatendo esse assunto, buscando parceiros como a OAB, MPE e movimentos sociais para acabar com o uso eleitoreiro da mídia pelos pré-candidatos.
Participaram do debate jornalistas, representantes de movimentos sociais, estudantes de jornalismo e publicidade da UFMT, IVE, UNIC, UNIVAG e Candido Rondon.
Apesar da ausência dos pré-candidatos a prefeito, Walter Rabelo (PP), Sergio Ricardo (PR) e Maksuês Leite (PP), no debate Mídia e Política – Usos e Abusos, promovido pelo Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso, nesta quinta-feira (28.02), na Assembléia Legislativa, a promotoria eleitoral anunciou durante o evento, que vai expedir uma notificação recomendatória aos deputados estaduais acima citados, na tentativa de impor limites aos abusos e cometidos por eles em seus programas diários de televisão. Segundo o Ministério Público Estadual, caso eles não cumpram o que foi determinado na notificação, estarão sujeitos a representações judiciais e multas.
A ausência dos parlamentares no debate foi repudiada pela diretoria do Sindjor, tendo em vista, que os três assinaram um terno de compromisso se comprometendo a participar do debate. O termo foi assinado no dia 12 de fevereiro e somente no dia 27 eles comunicaram que não participariam devido a outros compromissos.
A mesa que foi composta pelos promotores de Justiça Marcos Henrique Machado e Lindinalva Correia, os professores universitários Roberto Boaventura da Silva Sá e Manoel Motta e a representante da OAB, Luciana Serafim, lamentaram a ausência dos deputados. “A ausência dos deputados Maksuês Leite, Sergio Ricardo e Walter Rabelo, demonstra que eles desconhecem o verdadeiro papel de parlamentar. Além disso, está claro que eles não fazem jornalismo em seus programas, eles atuam como animadores e aproveitadores da desgraça alheia”, frisou o professor e doutor em jornalismo, Roberto Boaventura.
A representante do OAB-MT , a advogada Luciana Serafim, disse que os pré-candidatos usam seus programas para se promover eleitoralmente e solicitou que poder Judiciário tome uma providencia imediata para impedir os abusos cometidos diariamente na mídia. “Eles não fazem jornalismo e sim assistencialismo para se promover. A justiça precisa dar um basta em tudo isso, pois é uma concorrência desleal com os demais candidatos”. Ela acrescentou ainda, que a ajudinha dada por esses apresentadores tem custado caro ao povo. “O povo não tem crítica, quer saber se a cesta básica vai chegar em casa. As formas de assistencialismo são uma clara compra de votos”, declarou Luciana Serafim.
A presidente da Sinjor/MT, Keka Werneck, disse que o sindicato vai continuar debatendo esse assunto, buscando parceiros como a OAB, MPE e movimentos sociais para acabar com o uso eleitoreiro da mídia pelos pré-candidatos.
Participaram do debate jornalistas, representantes de movimentos sociais, estudantes de jornalismo e publicidade da UFMT, IVE, UNIC, UNIVAG e Candido Rondon.



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