
Não somos contra os pleitos dos servidores, ao contrário. Entendemos que os servidores devem lutar sim por um direito que lhes é garantido constitucionalmente. Não devemos aceitar que o TJMT coloque sua obrigação nas mãos dos advogados e da OAB. Compete a ele resolver esse problema, e arcar com suas obrigações. Não podemos aceitar que os servidores paguem uma conta que não é deles e que os advogados, como usuários principais dos serviços jurisdicionais, sejam penalizados com uma prestação de serviço por profissionais insatisfeitos e sem qualidade.
O simples encerramento da greve não colocará fim a questão, sendo que os problemas para os advogados podem até mesmo se agravar. A cobrança da OAB deve recair sobre o TJMT, que já tem nos envergonhado em demasia; tem se negado a prestar informações efetivas sobre a problemática; e sequer esclareceu para a sociedade as interrogações existentes sobre o Funajuris, por exemplo.
Não temos servidores suficientes, os que existem não recebem a qualificação necessária pelo TJMT. Os atuais servidores estaduais do Judiciário recebem salários baixos, e em contrapartida vemos os desmandos do dinheiro rolando na conta de muitos magistrados e desembargadores.
É importante que a OABMT convoque uma Assembléia Geral, onde todos tenham direito a voz e não somente os condutores dos trabalhos. Para este encontro deverão comparecer advogados, servidores, magistrados, desembargadores, defensoria pública, ministério público, e todas as demais ramificações da sociedade que tenham interesse efetivo na solução deste caos. Mas nada de encenação, de “puxa-saquismo” ou de demagogia. Devemos ir verdadeiramente com vontade de resolver o problema. Não nos adianta mais querer “tapar o sol com a peneira”.
As decisões devem ser tomadas com base na democracia, que é a nossa lei maior. O tempo da ditadura felizmente passou.
O simples encerramento da greve não colocará fim a questão, sendo que os problemas para os advogados podem até mesmo se agravar. A cobrança da OAB deve recair sobre o TJMT, que já tem nos envergonhado em demasia; tem se negado a prestar informações efetivas sobre a problemática; e sequer esclareceu para a sociedade as interrogações existentes sobre o Funajuris, por exemplo.
Não temos servidores suficientes, os que existem não recebem a qualificação necessária pelo TJMT. Os atuais servidores estaduais do Judiciário recebem salários baixos, e em contrapartida vemos os desmandos do dinheiro rolando na conta de muitos magistrados e desembargadores.
É importante que a OABMT convoque uma Assembléia Geral, onde todos tenham direito a voz e não somente os condutores dos trabalhos. Para este encontro deverão comparecer advogados, servidores, magistrados, desembargadores, defensoria pública, ministério público, e todas as demais ramificações da sociedade que tenham interesse efetivo na solução deste caos. Mas nada de encenação, de “puxa-saquismo” ou de demagogia. Devemos ir verdadeiramente com vontade de resolver o problema. Não nos adianta mais querer “tapar o sol com a peneira”.
As decisões devem ser tomadas com base na democracia, que é a nossa lei maior. O tempo da ditadura felizmente passou.
Se os advogados querem um Judiciário passado a limpo devem colaborar para que isso ocorra, e a OAB tem o dever de agir. Transparência Já!



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